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Viagens

Londres, em 2015

Durante uma ida a Londres deparei-me, por mero acaso, com este trabalho de Invader (space invaders), um dos mais importantes artistas de street art dos 80’s, e que sempre adorei. Tinha ido para ver musicais e umas exposições no british m. , mas isto foi para mim o melhor da Viagem

Street art em Londres.
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Um Toque de Afonso

Receitas do showcooking nos 10 anos do Marshopping

Este vídeo e receitas são do showcooking realizado no Marshopping-Ikea em Matosinhos, durante o mês de setembro.

São receitas prácticas e fáceis, inspiradas nos produtos da loja-supermercado IKEA.

Espero que gostem.

Sopa de abóbora e batata doce assada com mousse de camarão (2 pax)

200gr (1un) batata doce

200gr abóbora

1 cebola média

1 cenoura

1 talo de aipo

Coentros

1 malagueta fresca

100gr de miolo de camarão descascado (IKEA)

Azeite, sal, e pimenta qb

Modo de preparação

Colocar a batata doce, abóbora, meia cenoura e meia cebola, cortadas grosseiramente aos cudos num tabuleiro de forno, temperar de sal, pimenta e azeite e colocar a assar em lume médio-alto (180º)

Numa pequena caçarola, colocar a restante cenoura e cebola, metade do aipo e um pouco do talo de aipo, juntamente com 300ml de água, 1 cl de sopa de sal grosso e levar ao lume até ferver, durante 10-15min

Entretanto pique o miolo de camarão e a malagueta e salteie-os muito bem com sal e azeite, numa frigideira em lume forte.

Retire os vegetais assados do forno assim que começarem a “dourar”, e passe no processador de comida (ou varinha mágica) com o caldo de vegetais (devidamente coado), até obter um creme homogéneo.

Reserve 2 ou 3 colheres de sopa de caldo, adicione aos camarões e processe tudo até obter uma mousse consistente e macia.

Serviço

Sirva colocando uma generosa colher de mousse de camarão no centro do prato, tipo “ilha”, e regue em volta com o creme de vegetais assados.

Polvilhe com o restante aipo picado, muito fininho e algumas folhas de coentros.

Salmão grelhado com crosta de amêndoas e cebola frita, com linguine nero e caviar de algas (2pax)

2 postas de lombo de salmão (IKEA)

2 colheres de sopa de cebola frita (IKEA)

½ pacote de amêndoas salgadas (IKEA)

2 fatias de pão torrado

Coentros

200grs (1/2 pacote) de linguine nero

Ovas de caviar de algas vermelho (IKEA)

Sal, pimenta e azeite qb

½ limão

Modo de preparação

Descongele os lombos de salmão e tempere com sal, pimenta e sumo de limão. Reserve e deixe marinar 10-15 min. Ponha a grelhar em lume médio, até dourar ou começarem a aparecer a gordura.

Coloque a massa preta numa caçarola de água a ferver, com um fio de azeite e sal grosso.

Ponha no processador de comida, a cebola, amêndoas, pão e uma colher de sopa de coentros picados. Triture tudo até obter uma mistura grossa, mas homogénea. Coloque espalhada uniformemente num prato raso.

Assim que a massa estiver “al dente”, retire e escorra, passe por água fria para parar a cozedura, coloque numa cuba ou tupperware, junte um fio de azeite e 2 colheres de sopa de caviar de algas e misture tudo.

Retire o salmão, deixe esfriar um pouco e pressione levemente um dos lados na mistura das amêndoas.

Cheesecake de groselha com crumble de bolachas de gengibre e amêndoas (2pax)

1 iogurte natural

100grs de queijo creme

1 cl de sopa de leite condensado

6 (und) de bolachas de gengibre (IKEA)

½ pacote de amêndoas (IKEA)

1 cl de sopa de manteiga

2 cl de sopa de doce de groselhas (IKEA)

Modo de preparação

Triture muito bem as bolhas com as amêndoas, amasse com a manteiga e disponha num tapete ou tabuleiro de forno e leve ao forno a 170º durante 5-10min ou até começar a dourar.

Escorra muito bem o iogurte com a ajuda de um coador, e bata-o com o queijo e o leite condensado.

Depois de esfriar, coloque no fundo de um copo o crumble em pedaços, por cima a mistura do iogurte e no topo uma colher sopa de doce de groselhas

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Nó da Gravata

Fora do contexto

Ainda eu não sabia o que era um “swing” e já o JP frequentava os clubes. Não me perguntem como, sempre o conheci solteiro, ou pelo menos, sem compromisso assumido.

Sempre foi uma autoridade em tudo o que eram “chats”, sites de encontros e coisas do género. Na altura do Hi5 era o rei. Dominava estas áreas e esquemas, antes mesmo de serem popularizados. Toda a sua vida era uma aventura de aventuras amorosas.

Mas, tinha “uma pedra no sapato”! A sua vizinha de baixo.

Chama-se Irene e era uma daquelas quarentonas enxutas que deixam qualquer homem que se preze com um torcicolo. Pelo menos era assim que ele a descrevia.

E a Irene tinha apenas um problema (sem contar com o JP, que ela ainda não sabia), só gostava de miúdos novos, (mais novos que o JP obviamente), que lhe faziam a vida negra e a desgraçavam constantemente, segundo o JP, que era doido por ela.

Dizia ele, que os miúdos iam lá a casa (dela) faziam o que tinham a fazer e acabavam sempre por a deixar, nunca assumindo nada, o que a deixava extremamente amargurada. Passava a vida a queixar-se deles ao JP, seu vizinho e amigo (mal ela sabia), que por sua vez se vinha queixar a nós, de que a vizinha não queria saber dele para nada, só para se queixar e carregar os sacos das compras.

Certo dia e aproveitando um destes desabafos de amargura da Irene, o JP teve uma ideia luminosa! Decidiu iniciá-la nos “chats” de encontros amorosos. Depois de lhe dar uma aula completa sobre todo o funcionamento e potencialidades dos mesmos, lá a ajudou a criar um perfil para um destes “chats”.  Perfil esse, com um nome falso (nickname ou só nick) como de costume. Só que,  ”esqueceu-se” de lhe dizer qual era o “nick” dele, e ficou ele a saber o dela.

A Irene agradeceu-lhe profundamente todo o esforço, carinho e atenção que ele lhe dedicara, e assim que se despediram e o JP chegou a casa, tratou logo de ir para a net criar perfis falsos de utilizadores do “chat” para tentar a sua sorte com a Irene. E começou por “Pedro, 21 anos , professor de ténis”, tentou que ela o “aceitasse”, mas nada, “Rafael, arquitecto 25 anos”, tentou e nada…e assim se passaram uns dias, sem que nenhum dos perfis criados por ele tivessem qualquer tipo de aceitação, pelo perfil ,“nick”, da Irene. Apesar de ver que ela “navegava” bastante pelo “chat”.

Lá para o 4º ou 5º dia e já sem grandes esperanças de que a Irene “mordesse o isco”, tentou algo diferente, “Catarina, 22 anos, atleta de natação”, e a Irene aceitou!!!

Tal aceitação deixou-o estupefacto! E ainda mais desejoso dela, se a Irene já lhe aparecia em muitas das suas fantasias, agora então….

E começaram os dois, cada um no seu perfil falso, a “comunicar”, “- o que é que fazes? O que é que gostas?”, e por aí fora. O JP sempre a medo, pois tomar a identidade de uma mulher não deve ter sido muito fácil.

A coisa foi-se agudizando até ao ponto de quase sexo virtual, “-quero-te! desejo-te! estou sempre a pensar em ti…” e o JP ia ficando cada vez mais louco com toda aquela situação, de imaginar a Irene nos braços de outra mulher, e nos seus ao mesmo tempo.

Durante uma destas “conversas” em que a coisa estava a ficar verdadeiramente “picante”, a Irene escrevia que se estava a acariciar, e o JP, como Catarina, respondia na mesma moeda, a Irene escreveu que estava doida de desejo e já se acariciava toda fazendo uso de um brinquedo sexual, o JP preste a explodir, perdeu a cabeça, largou o teclado e saiu a correr até á porta do apartamento dela e começou a bater insistentemente. A Irene não respondeu, provavelmente agarrada ao computador á espera da resposta da Catarina, JP insistiu e bateu á porta ainda com mais força e chamando por ela, Irene responde com um grito abafado que não lhe pode abrir a porta naquele momento, JP volta a insistir dizendo que precisa de falar com ela, Irene responde mais uma vez que está ocupada, JP volta a insistir dizendo que é muito importante o que tem para lhe dizer, a Irene vem á porta e quando a abre está ruborizada e ofegante, JP também, olham-se nos olhos e de repente “cai-lhes a ficha” aos dois!

Em silêncio e apenas com o som das duas respirações ofegantes, ele percebe que nada tem para lhe dizer e ela depreende exatamente o mesmo e que apesar de todas as potencialidades dos “sites” dos “chats” dos “dates”, o sexo virtual é para se manter virtual.

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Made in PT

Os maiores, os verdadeiros, os únicos

Os maiores, os verdadeiros, os únicos.

Lisboa, 30 de Agosto 2018

“Caros Nélson e Fernando;

Venho por este meio e em nome próprio pedir-vos desculpa.

A vocês e aos demais, que tão solene e patrioticamente lutam, elevam e dignificam o nome do nosso país por esse mundo fora.

De cada vez que assisto aos noticiários televisivos e tomo conhecimento dos vossos feitos, através das notas de rodapé, durante as infindáveis emissões das novelas futebolísticas, sinto a raiva a consumir-me o orgulho. E tenho vergonha.

Talvez vergonha seja pouco para descrever o que sinto, quando assisto voluntariamente à estupidificação da nossa população, por parte de alguns meios de comunicação.

Fazem-no de forma objectiva e deliberada, veiculando exaustivamente o pior que o desporto tem para oferecer, em detrimento do tempo de antena que vos deveria ser cedido, ás vossas actividades e aos vossos feitos.

Tal práctica deveria ser suficiente para retirar as licenças de emissão e banir qualquer operador de mídia que exercer fosse o que fosse, neste país.

Como tal, gostaria de vos pedir desculpa, a todos, pela minha falta de proactividade, em não desligar de imediato a televisão, computador ou telemóvel, em cada vez que me confronto esta situação. Sou um fraco, e limito-me a mudar de canal ou fazer scroll, apenas para verificar que esta práctica é igual em muitos dos operadores.

Hoje em dia acho que já não vejo os noticiários, apenas leio os rodapés.

Atenciosamente

Afonso Vilela

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Aventuras

Descida em autonomia do Rio Paiva – Maio’18

Este foi provavelmente um dos percursos mais emocionantes e fantásticos deste ano de 2018.Daqueles que só costumamos ver nos canais do national geographic, nos grandes parques naturais do mundo.

Mais uma vez entrámos no rio em Castro Daire, desta vez munidos de armas e bagagens, sacos camas, tendas e roupa seca assim como o pequeno almoço para a manhã seguinte. Ponto de encontro no rio ás 9h de sábado. Depois de equipados os caiaques com o respectivo material, acondicionado em sacos estanques bastante bem amarrados aos barcos, arrancámos.

Estava um daqueles dias em que tanto chovia a potes como fazia sol, a paisagem, essa sempre magnifica, com água a escorrer por todos os lados e uma explosão de verde a anunciar o verão que nunca chegou.

Fizemos umas 3 horitas de águas –bravas, intercaladas com algumas mais calmas que nos permitiram alternar entre a adrenalina e a contemplação, acho que cada caiaque apenas se virou uma vez  durante a manhã. Depois de uma pit-stop para emborcar algumas calorias, atirámo-nos ao rio outra vez. Mais 3 horitas do mesmo, águas bravas e paisagem, até pararmos, por volta das 17h numa pequena estrutura de praia fluvial, ainda desactivada nesta altura do ano.

Aqui começou a chover uma morrinha que havia de durar a noite toda. Desmontamos os barcos, montamos as tendas e tudo o resto, e trocamos para a roupa seca, ou quase. Saímos a pé na direcção da aldeia mais próxima, 3kmzitos, e sentámo-nos para jantar por volta das 18.30h. Posta, enchidos, bacalhau e tudo a que tínhamos direito, no tasco local, com tudo do bom e do melhor até ás 23h….

Saímos em direcção ao acampamento, e depois da pernoita chuvosa e de um pequeno-almoço “á ranger”, com café directo da cafeteira feito com água do rio. Lá seguimos viagem, mais paisagens deslumbrantes e muita adrenalina até á garganta do Paiva em Entre-os-rios , onde chegamos por volta das 15h ainda a tempo de almoçar .

Acho que se pudesse tinha feito uma semana inteira disto, com chuva e tudo.

Quero mais. Para o ano , mesmo que não chova tanto, vou fazer pelo menos umas duas destas.

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Viagens

Tunísia – 2002

2002 Tunísia

Desta vez aterrámos em Tunes. Seguimos de imediato para as estâncias balneares mais próximas e durante toda a estadia andámos a fotografar por lugares maravilhosos e paradisíacos, Raf raf e Ghar el-Mehl assim também como em inúmeras vilas à beira-mar e Souks fantásticos.

O bom destas viagens é que procuramos sempre os melhores lugares para fotografar, os mais bonitos, tradicionais, com mais história e menos gente possível.

A manequim que “fez parelha” comigo, foi a Rita Rodrigues, da velha guarda da CentralModels, grande amiga com quem costumava trabalhar bastante.

Foi mais uma daquelas viagens de sonho, equipa fantástica em lugares deslumbrantes, como sempre soube a pouco, foram só 4 ou 5 dias..

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Máquina do Tempo

1998 Catálogo underwear – Pierre Cardin

1998 Catálogo underwear – Pierre Cardin

Foi há…20 anos, só!

Numa altura em que esta marca se estava já a massificar e a abranger diversos segmentos de mercado, desde o pronto a vestir, têxteis –lar, óculos, etc. Foi uma das primeiras a usar o estatuto do seu nome para o fazer, hoje em dia todas o fazem.

Este foi um catálogo da colecção de underwear, prêt-a-porter (pronto-a-vestir) de 1998.

E sim!, na altura os homens ainda  usavam pelos, já só parcialmente, mas a depilação integral ainda não estava em voga. Só apareceu mais tarde, bastante.

Foi um trabalho angariado através da CentralModels por alguma das agências de Paris com quem trabalhávamos na altura.

Infelizmente as digitalizações não são das melhores, mas foi o que se conseguiu…

Ainda trabalhei bastantes mais anos em analógico, o digital só se viria a implementar definitivamente uns anos mais tarde.

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Aventuras

Rio Vessadas

Manhouce – vale mesmo a pena ir lá!

Fui lá no final de um dia de final de Inverno com a grupeta de Viseu e alguns amigos estreantes, mas no Verão deve ser ainda mais espectacular!

Para variar, quando lá fui, estava um frio de rachar e não conseguimos finalizar o percurso, pois pensávamos que tínhamos material suficiente, mas faltavam cordas para fazer “corrimões de segurança”, o caudal estava muito alto e não queríamos arriscar com gente nova. Ficaram apenas estas imagens de uma manhã bem passada. Infelizmente tive que vir embora logo a seguir, estava com trabalho. Quando vai o pessoal de Viseu, é garantido que temos um farnel-convívio tão divertido e demorado quanto o percurso.

Onde dormir:

Porto ou Viseu são boas opções, São Pedro do Sul é o local mais próximo e com boa oferta hoteleira devido a tratar-se de um local de termas.Hotel Solar da Capela, São Pedro do Sul Casas da Miminha – Apartamentos locais

Onde comer:

Vale de Cambra, Arouca e São Pedro do Sul são lugares maravilhosos e com uma excelente gastronomia, que até é difícil indicar apenas um restaurante.

Adega Ti Joaquim

Como Ir: Desde o Porto ou Viseu pela A24 até São Pedro do Sul e seguir em direção a Manhouce. Deve, preferencialmente, levar um guia ou alguém que conheça o circuito.

Empresa: Personal Outdoor (mail.mestre@gmail.com – 965371184)

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Aventuras

Rio Carcerelha em Agosto

Rio Carcerelha em Agosto.

Fatos isotérmicos para quê, este Verão foi assim…

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Aventuras

Penha Garcia – Idanha-a-Nova

Penha Garcia – Idanha-a-Nova

Já há muito tempo que estava prometido. Desta vez não falhei.

Fim-de-semana de escalada em penha Garcia. Um dos locais mais históricos de Portugal. Mesmo ao lado de Monsanto, conhecida por a aldeia mais portuguesa de Portugal, Penha Garcia em nada lhe fica atrás. Paisagens maravilhosas e um cenário de deslumbrar.

Saí de Lisboa na 6ª á noite e cheguei por volta das 3h da manhã. Já tinha o pessoal á espera, a grande maioria tinham vindo de Viseu. Fomos de imediato para o local de pernoita, ao ar livre ao lado da piscina natural, bem no meio do parque, dos fosseis, das vias de escalada, de tudo.

Quando acordei nem queria acreditar.

Bastante perto de Espanha, é muito frequentado por escaladores do país vizinho, talvez até mais que por portugueses.

Excelentes vias de escalada, para todos os gostos e níveis, desde os iniciados até aos mais hardcore. São tantas, que conseguimos ir mudando de lugar ao longo do dia, de forma a escalar sempre á sombra J

Local fantástico, gentes acolhedoras, óptima comida. Nem precisava da escalada….

O melhor de Portugal.